
Manifestação de trabalhadores do transporte público causa congestionamento na Avenida Getúlio Vargas, em Juiz de Fora
Neide Delgado/Arquivo Pessoal
Trabalhadores do transporte público de Juiz de Fora realizaram, na manhã desta quinta-feira (28), uma manifestação na Avenida Getúlio Vargas, no Centro da cidade.
A informação foi confirmada à TV Integração pelo vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário (Sinttro), Claudinei Janeiro, que reforçou que a ação não se trata de uma paralisação.
“Os veículos acompanham a passeata, que segue pela Avenida Getúlio Vargas em direção à Prefeitura, nesta quinta-feira”, disse.
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Segundo Claudinei, o objetivo é reivindicar e expor as dificuldades nas negociações salariais da categoria, que considera a Prefeitura omissa diante do impasse. Em julho deste ano, a categoria paralisou os trabalhos durante 4 horas.
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Entrada para a Avenida Getúlio Vargas durante manifestação dos trabalhadores do transporte público em Juiz de Fora
Neide Delgado/Arquivo Pessoal
Em nota, a Prefeitura de Juiz de Fora informou que“tendo-se em vista que se trata de um serviço público essencial, o início de movimentação de greve deve ser oficialmente formalizada. Até o momento, a Prefeitura não recebeu qualquer manifestação desta natureza”.
Já o Consórcio Via JF informou que a paralisação promovida pelo sindicato é ilegal e irregular, e reafirmou que vem atuando na resolução do reajuste salarial da categoria. Veja abaixo o pronunciamento na íntegra.
“O Consórcio Via JF informa que a paralisação promovida pelo Sindicato dos Rodoviários é ilegal e irregular, em afronta ao disposto na Lei nº 7.783/1989 (Lei de Greve), por não respeitar os requisitos legais de aviso prévio e manutenção mínima dos serviços essenciais.
Reafirmamos que temos atuado dentro da legalidade e da boa-fé negocial, seguindo a agenda de negociações programada, com o objetivo de alcançar reajuste salarial justo à categoria, sem prejudicar a população usuária do transporte coletivo.
O Consórcio reitera seu compromisso com o diálogo transparente, a mediação das autoridades competentes e a continuidade do serviço público essencial, buscando sempre soluções equilibradas e pautadas nos princípios da razoabilidade, proporcionalidade e boa-fé”.
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